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A nova tecnologia da agricultura de precisão agora está associada à combinação em tempo real sobre clima, cultivo e solo, oferecendo diagnósticos precisos para a tomada de decisão do produtor rural. Ela tem um papel crucial na gestão da água.


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A empresa australiana EcoMag está trabalhando em um projeto para reciclar magnésio a partir de águas residuais. Dela será extraído o carbonato de magnésio hidratado ou HMC. A nova técnica deverá aumentar a oferta da matéria-prima e além de elevar a sua qualidade, dado o alto grau de pureza do composto obtido neste método de extração.


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O programa deverá incentivar a produção científica no país principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento da cultura da inovação com a criação/proposição de startups do Agronegócio. A sugestão partiu de senador da bancada ruralista Luís Carlos Heinze, que diz que estudos precisam se adequar às necessidades do país.


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DataSafra lançou uma ferramenta voltada para a Agroindústria que traz o monitoramento agrícola por satélite, levanta dados da safra atual e das duas últimas, propiciando a possibilidade de realizar a comparação entre elas bem como as tendências futuras. A solução será apresentada no evento TEA Brazil, que acontecerá no dia 06/06 em São Paulo/SP.


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Na Purdue University (Indiana, EUA), um novo tipo de Ureia foi desenvolvido, cujo uso nos campos ajudará a reduzir significativamente o nível de nitratos nos corpos de água. Os Nitratos, em excesso podem, juntamente com o fósforo, acelerar a eutrofização dos lagos.


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Tecnologias da Era da Transformação Digital geram novas oportunidades para o agronegócio. Neste contexto, é importante compreender a realidade em que o Produtor Rural se encontra para assim criar soluções que se adequem às suas necessidades.


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Pesquisadores Japoneses desenvolvem novo processo de sintetização da amônia, matéria-prima para a produção de fertilizantes nitrogenados, propõe maior economia e eficiência energética em sua produção. Se viabilizado em larga escala, o processo poderá impactar nos preços e disponibilidade da matéria-prima para a indústria.


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A produção industrial de hidrogênio puro, elemento crítico usado na produção de plásticos e fertilizantes, é muito cara e consome muita energia. No entanto, pode ser que a técnica de extração de hidrogênio usando a luz do sol, descoberta por cientistas da Universidade de Princeton (New Jersey, EUA), ajude os industriais a simplificar a tarefa de obter a substância mais comum no Universo.


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A Farmers Edge lançou uma ferramenta de inteligência em campo baseada em aplicativos que fornece uma experiência digital ininterrupta do escritório até a cabine. Conectando digitalmente produtores, revendedores, varejistas, consultores confiáveis e outras partes interessadas, a ferramenta na cabine oferece visibilidade total de todas as atividades de campo.


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Pesquisas realizadas na Região Nordeste pela Embrapa indicam que o uso de composto orgânico, produto gerado no processo de compostagem, traz benefícios econômicos e ambientais. No plantio de milho, foi capaz de gerar um aumento de até três mil quilos por hectare na produção do grão sem a adubação, comparando-se ao cultivo tradicional feito por agricultores com baixa capacidade de investimentos.


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Estimado em US$ 809,6 milhões este ano, o mercado global de programas e aplicativos para a agricultura de precisão deve crescer cada vez mais. A projeção é de que o setor salte quase 15% anualmente, até 2025. Se as estimativas forem certeiras, em 2021, esse mercado estará faturando cerca de US$ 1,1 bilhão. O estudo é da consultoria indiana Wise Guy.


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A união de empresas focadas em agronegócios tais como, startups e grandes empresas do setor, é promissora no que diz respeito à potencialização do crescimento do Brasil neste segmento. Só o agro, no ano passado, impulsionou um avanço no PIB (Produto Interno Bruto) de 2,5% e registrando R$ 61,9 bilhões.


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O uso de substâncias húmicas, aminoácidos e extrato de algas marinhas pode contribuir para o aumento da eficiência fotossintética e metabólica da cana, com reflexos na produtividade e qualidade industrial. Neste trabalho estudou-se o efeito da aplicação foliar de dois produtos contendo tais substâncias, sobre a eficiência de diversas variáveis da qualidade da cana. Como resultados, foi observado um aumento na produtividade de colmos.


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Um estudo realizado por pesquisadores da Embrapa mostrou que os fertilizantes formulados com biocarvão e ureia apresentaram menores velocidades de solubilização e disponibilização do nitrogênio, quando comparados com os formulados de biocarvão e sulfato de amônio. Em ambos os casos, porém, os formulados com biocarvão mostraram potencial como fertilizante nitrogenado de liberação lenta e presumível eficiência aumentada em comparação às formulações tradicionais.


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Com o crescente interesse por fontes renováveis, os resíduos agroindustriais tornaram-se uma fonte importante para a produção de novos materiais, de produtos químicos e de energia. Sendo assim, o pesquisador Caio de Teves, desenvolveu biorreatores de bancada interligados que permitem entender melhor os processos de compostagem, principal método para produção de fertilizantes orgânicos.


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As algas marinhas, em geral, para sobreviverem no mar salgado, desenvolveram mecanismos de osmorregulação. Tais mecanismos são associados ao aumento de compostos orgânicos especiais nas células das algas, de forma que o aumento da concentração destes solutos possibilite às algas absorver água e nutrientes e crescer mesmo sob a condição salina do ambiente marinho.

Existem diversas espécies de algas marinhas. Entretanto, a alga Ascophyllum nodosum, que se desenvolve na região de intermaré do oceano Atlântico Norte, tem maior importância no uso agrícola. Isto se deve ao fato de que esta espécie precisa adaptar-se não apenas à condição de mar salino, mas também à seca quando a maré está baixa, às condições de altas e baixas temperaturas no verão e invernos do hemisfério norte.

Portanto, além da resistência ao ambiente salino, os extratos desta alga possuem compostos que possibilitam mecanismos de resistência à seca e a temperaturas extremas.

 

Vantagem das algas

Os extratos da alga são descritos pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) como fertilizantes orgânicos e aditivos de ação complexante. Está comprovada pela ciência que a aplicação de extratos específicos da alga Ascophyllum nodosum apresentam ações hormonais, notadamente o estímulo à produção endógena de citocinina.

Bioensaios com extratatos de alga resultaram em aumento no crescimento de raízes laterais em feijão mungo e desenvolvimentopronunciado no hipocótilo de alfacede plantas tratadas,indicando efeitos auxínico e giberélico.

Também é especialmente importante ressaltar que extratos de A. nodosum proporcionam às plantas tratadas maior capacidade de tolerância a estresses hídrico e salino, aumentando a eficiência do uso de água destas plantas. Ou seja, plantas que recebem os extratos de água crescem e produzem mais com menos água que plantas controle.

 

Principais culturas beneficiadas

Os extratos de alga são multiespecíficos e produzem respostas em diversos cultivos. No Brasil, o uso de extratos de algas é mais difundido nos cultivos de café, soja, milho, feijão, tomate, melão, uva, melancia, manga, mamão, folhosas, batata, entre outros.

Além destes cultivos, o produto é muito utilizado na produção de mudas, e mais recentemente vêm sendo desenvolvidos trabalhos de pesquisa em cana-de-açúcar e pastagens. Tais produtos podem ser aplicados via tratamento de sementes, pulverização foliar, jato dirigido ao solo, imersão de estacas, hidroponia e fertirrigação.

 

Algas x resistência a estresses

Em similaridade à capacidade das algas de sobreviver a ambientes inóspitos, alguns extratos da alga A. nodosum proporcionam às plantas tratadas a capacidade de expressar genes relacionados aos mecanismos de resistência a estresses abióticos.

Estes mecanismos propiciam aumento na produção endógena de citocinina, aumento nos teores de prolina e betaínas no citosol, mudanças na composição e permeabilidade de membranas, aumento na concentração e composição de proteínas e aumento na atividade de enzimas antioxidantes de plantas tratadas,ou seja, diversos mecanismos associados à maior tolerância aos estresses hídrico e salino.

Em tese recentemente apresentada na UNESP/Botucatu (SP) demonstrou-se que plantas de café tratadas com extratos de alga e submetidas à deficiência hídrica apresentaram maior potencial de água na folha (menores valores) e maior turgidez que plantas controle.

 

Tabela 1, onde

D1 = 25% ETP         A1 = A. nodosum (Acadian LSC) 0,3%

D2 = 50% ETP         D2 = A. nodosum + Lithothamnium

D3 = 100% ETP       D3 = Controle

 

Nesta mesma tese, em experimento de salinidade, as plantas tratadas com extrato de algas (A1) apresentaram maior acúmulo de K+ e redução de Na+ em tecidos foliares, desta forma reduzindo o dano causado pelo estresse salino, expressando menor necrose e maior desenvolvimento das plantas tratadas frente às plantas controle (C), conforme dados da tabela 2 a seguir.

Em experimento conduzido no campo experimental da ACA de Araguari (MG) por quatro anos (tabela 3), as plantas irrigadas e tratadas com extrato de A. nodosum via fertirrigação e via foliar (Trat. 09) produziram 38% a mais que a testemunha irrigada sem extrato de alga (Trat. 02).

Mesmo quando submetidaà lâmina de irrigação 50% inferior (Trat. 08), a produção ainda foi 33% superior ao controle irrigado com 100% da lâmina (Trat. 02).

Revista Campo & Negócios


Apesar da maior competitividade promovida pela desvalorização do real, frente ao dólar, os custos de produção no Estado estão mais altos, o que requer melhor administração das unidades produtoras.

“O produtor diante da conjuntura atual, em função também da seca, ficou mais receoso em investir justamente porque o custo de produção está maior. Fertilizantes e defensivos são importados e o custo tem ficado mais alto.

Este ano também tivemos reajuste no valor da energia elétrica, que no caso de Itaipu é comercializada em dólar”, disse a coordenadora da assessoria técnica da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), Aline Veloso.

Ainda segundo Aline, pelo acompanhamento do Produto Interno Bruto (PIB) é possível observar percentuais negativos no segmento de insumos, o que mostra que o produtor tem reduzido as compras de fertilizantes e defensivos.

No início de setembro de 2014, a moeda norte-americana estava cotada a R$ 2,24, atingindo R$ 4,14 em igual mês de 2015 e encerrando a R$ 3,94 no dia 2 de outubro.

“O produtor, ao longo do primeiro semestre, se manteve bastante cauteloso, pensando que o dólar estava caro no momento e agora precisa adquirir o insumo com a moeda ainda mais valorizada.

Isto pode significar uma redução dos investimentos, por parte dos produtores, em alguns tratos culturais da safra 2015/16, o que poderá impactar de forma negativa na produtividade”.

O produtor rural, presidente-executivo da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) e ex-Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Alysson Paulinelli, explica que a situação do produtor com a alta do dólar é crítica, uma vez que os custos foram ampliados e não tem garantias de que a comercialização da safra será a preços que cubram a alta dos insumos, estimada em mais de 30%.

“De um lado a desvalorização do real frente ao dólar vai ajudar a comercializar a safra 2015, embora a maior parte dos produtores já tenha vendido. Quem tem volume disponível está conseguindo preços bons.

Com relação à futura safra, estamos preocupadíssimos, porque o custo está bem mais alto, cerca de 30%, e a moeda não está estabilizada.

Não sabemos o que fazer, os estão juros aumentando, os custos estão cada vez mais altos e não temos garantia de que vamos vender a safra a preços que compensem a alta provocada pelo dólar mais valorizado”, afirmou.

O impacto, segundo Paulinelli, é sentido em vários itens importantes para a produção de grãos, como os preços das sementes, dos fertilizantes, dos defensivos agrícolas, das máquinas e dos combustíveis.

A safra 2015/16 também tem como desafios o seguro rural, que não funciona, e o acesso restrito ao crédito.

“O seguro é uma balela e o crédito rural inacessível. Existe uma controvérsia entre governo e as entidades bancárias, porque o governo diz que está sobrando dinheiro, mas os produtores não conseguem acessar os valores já que aumentou, em muito, as exigências para liberar os recursos das linhas”, disse.

Fonte: Diário do Comércio (06/10/15)



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A Abisolo, Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal, foi fundada em março de 2003 com o objetivo de representar e defender os interesses das empresas produtoras de importantes insumos que colaboram para o aumento da sustentabilidade e produtividade agrícola brasileira.


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