Futuro do Cobre depende de diálogo sino-americano

7 de março de 2019
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Os futuros de cobre operaram sem direção única na manhã de quarta-feira (06/03), com investidores à espera de desdobramentos das negociações comerciais entre Estados Unidos e China.

Por volta das 8h30 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 0,22%, a US$ 6.469,00 por tonelada.

Já na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em maio tinha ligeira alta de 0,09%, a US$ 2,9360 por libra-peso, às 8h47 (de Brasília).

O diálogo sino-americano para dar fim à guerra tarifária permanece no radar. Na segunda-feira, o Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, afirmou que Washington e Pequim estavam “prestes” a chegar a um acordo para encerrar a disputa comercial iniciada em meados do ano passado. Na terça-feira (05/03), Pompeo disse que o presidente americano, Donald Trump, irá rejeitar qualquer acordo que não seja perfeito, embora tenha ressaltado a disposição da Casa Branca de continuar trabalhando para chegar a um entendimento com os chineses.

A disputa comercial com os EUA tem ajudado a desacelerar a economia chinesa. Ontem, a China anunciou que tem como meta crescer 6% a 6,5% este ano. Em 2018, a expansão do Produto Interno Bruto chinês foi de 6,6%, a menor em quase três décadas.

Diante do arrefecimento econômico, Pequim prometeu estimular ainda mais a economia através de cortes de impostos e outras taxas que deverão somar quase 2 trilhões de yuans (cerca de US$ 289 bilhões).

Como a China é o maior consumidor mundial de cobre, os investidores tendem a acompanhar o gigante asiático de perto.

Entre outros metais básicos na LME, não havia tendência única. No dia 06/03 por volta das 8h47, a tonelada do alumínio recuava 0,11%, a US$ 1.869,00, enquanto a do zinco tinha baixa marginal de 0,04%, a US$ 2.780,50, e a do estanho diminuía 0,42%, a US$ 21.475,00, mas a do níquel avançava 0,07%, a US$ 13.660,00, e a do chumbo se mantinha estável, a US$ 2.101,50 por tonelada. Com informações da Dow Jones Newswires.

 

Fonte: Isto É (06/03/2019).


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