Cobre opera em queda, penalizado por sinalização negativa da Apple sobre China

4 de janeiro de 2019
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Os contratos do cobre recuam, pressionados após a Apple cortar sua projeção de vendas na China, apontando para a desaceleração econômica do país.

O cobre para três meses tinha baixa de 0,56%, a US$ 5.839,50 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). E o cobre para março caía 0,84%, a US$ 2,6010 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

Nesta semana, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria da China recuou abaixo de 50, segundo a IHS Markit, apontando para contração da atividade. Além disso, a declaração da Apple sobre suas vendas foi vista como mais um fator negativo no mercado dos metais básicos. Analista da corretora Marex Spectron, Alistair Munro afirma que foi a primeira vez em 20 anos que a empresa cortou sua perspectiva de receita.

A China tem sido um importante motor do crescimento global nos anos recentes e é o maior consumidor de metais básicos usados na construção, entre eles o cobre. Diante disso, os sinais de sua economia influenciam bastante nesse mercado.

Entre outros metais básicos negociados na LME, o alumínio caía 0,31%, a US$ 1.791,35 a tonelada, o chumbo subia 0,28%, a US$ 1.964 a tonelada, o estanho tinha baixa de 0,33%, a US$ 19.425,00 a tonelada, o zinco avançava 0,35%, a US$ 2.403,00 a tonelada, e o níquel recuava 0,09%, a US$ 10.815 a tonelada.

Fonte: Isto É (03/01/2019)


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