Imea reajusta positivamente produção e área de milho e algodão no MT

10 de outubro de 2018
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O Imea reajustou para cima sua estimativa de produção para a segunda safra de milho de 2017/2018 em 0,7% ante a previsão anterior (de agosto), para 27,58 milhões de toneladas. Se confirmada, será a segunda maior produção de milho do Estado, disse o Imea em sua 6ª estimativa para a safrinha de 2017/2018.

O instituto manteve sua projeção de área plantada em 4,62 milhões de hectares, 2,56% menor que o apurado na safrinha de 2016/2017. Mas aumentou levemente o número de produtividade média das lavouras, para 99,56 sacas por hectare – no levantamento passado, a previsão era de 98,86 sacas/hectare.

Os bons volumes de chuva durante quase todo o período de desenvolvimento das lavouras colaboraram para os rendimentos a campo”, disse o Imea no boletim.

Mesmo com o reajuste, o rendimento estimado ainda é 7,04% inferior ao apurado no ciclo passado, de 107,1 sacas/hectare.

A região oeste de Mato Grosso obteve a mais alta produtividade média, 107,38 sacas/hectare. No médio-norte, foi consolidada em 103,55 sacas/hectare. Já no nordeste e no sudeste mato-grossenses, os atrasos na semeadura comprometeram os rendimentos na comparação com a safra passada. Nestas regiões, os rendimentos médios devem se consolidar em 85,53 e 94,17 sacas/hectare, respectivamente.

Algodão

No algodão, a previsão passou de 1,33 milhão para 1,4 milhão de toneladas, um novo recorde no Estado. A estimativa de área plantada foi ajustada de 782,90 mil hectares para 794,3 mil hectares, ou seja, 26,8% acima da safra anterior, devido ao aumento dos preços ofertados no mercado, segundo o instituto.

O Imea estimou, ainda, produtividade recorde de 280,6 arrobas/ha no Estado – em agosto, a previsão era de 278,50 arrobas/ha.

Tal perspectiva se deu pelas boas condições climáticas, que se mantiveram favoráveis durante quase todo o período do desenvolvimento das lavouras, em conjunto com os investimentos tecnológicos no cultivo”, disse o Imea.

Apesar dos atrasos iniciais, a intensificação dos trabalhos de campo durante o período do pico da colheita fez com que ela fosse encerrada perto de igual período do ano passado, de acordo com o instituto.

Fonte: Portal DBO (10/10/2018)


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