Cobre cai após balança comercial da China gerar preocupação de novas tarifas

16 de julho de 2018
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Os preços do cobre operaram em queda dia 13/07, com os novos números do comércio da China alimentando os temores de que os atritos entre Pequim e Washington possam tomar outro rumo em breve.

O contrato do metal para três meses caía 0,4%, a US$ 6.188 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). Às 8h02 do dia 12/07, o cobre para setembro recuava 0,45%, a US$ 2,7645 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

Foi divulgado hoje que a China exportou um volume recorde de mercadorias para os EUA no mês passado, enquanto também gerou um superávit comercial recorde com os EUA em junho.

O país asiático informou que teve superávit comercial de US$ 41,61 bilhões em junho, após registrar superávit de US$ 24,92 bilhões em maio, segundo a Administração Geral de Alfândega. Economistas ouvidos pelo Wall Street Journal previam US$ 26 bilhões. As exportações da China para os Estados Unidos tiveram crescimento de 13,6% no primeiro semestre deste ano, na comparação com igual período de 2017, para US$ 133,76 bilhões.

O relatório aponta para um cenário de tensão entre Washington e Pequim, e “sem dúvida aumentará as chances de novas tarifas dos EUA serem impostas aos produtos chineses”, segundo o Commerzbank. O metal tende a ficar penalizado, uma vez que a China é o maior comprador de cobre do mundo.

Além disso, o avanço do dólar ante moedas fortes também pesa nos negócios, uma vez que o metal, que é cotado na divisa americana, se torna mais caro aos detentores de outras moedas.

Entre outros metais básicos na LME, o zinco caía 0,58%, para US$ 2.560,50 a tonelada métrica, o estanho subia 0,18%, a US$ 19.675 a tonelada, e o níquel caía 2,0%, a US$ 13.960 a tonelada métrica. O alumínio tinha alta de 0,51%, para US$ 2.052 por tonelada, enquanto o chumbo perdia 0,9%, para US $ 2.192 por tonelada métrica.

Fonte: Isto É (13/07/2018)


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