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O primeiro prognóstico para a safra agrícola brasileira de 2018 é bastante otimista, embora não alcance a produção recorde estimada para este ano, defendeu Carlos Barradas, gerente na Coordenação de Agropecuária do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas para 2018 foi estimada em 220,2 milhões de toneladas, 8,9% inferior ao total obtido na safra de 2017, de acordo com o Primeiro Prognóstico da Produção Agrícola do IBGE. A redução deve-se às menores expectativas em todas as regiões: Norte (-3,2%), Nordeste (-5,8%), Sudeste (-4,8%), Sul (-12,3%) e Centro-Oeste (-8,0%).

O resultado é puxado pelas quedas de 6,3% na estimativa de produção da soja e de 14,4% na do milho. Entre os cinco produtos de maior importância para a próxima safra, também devem apresentar variações negativas o algodão herbáceo em caroço (-1,5%) e o arroz em casca (-6,8%). Apenas o feijão em grão (1,3%) deve ter expansão na produção.

“O prognostico é otimista, não é pessimista, porque na realidade a comparação deveria ser em relação ao mesmo prognóstico do ano passado. A safra 2017 estava prevista em 209,4 milhões de toneladas no primeiro prognóstico do ano passado. Hoje estamos com 220,2 milhões de previsão para 2018, melhor do que nos três primeiros prognósticos do ano passado. Então é uma previsão extremamente otimista, nada pessimista. Daqui para frente tudo pode acontecer, vai depender do clima, dos investimentos dos produtores”, afirmou Barradas.

O primeiro prognóstico da safra de algodão estima produção de 3,8 milhões de toneladas, redução de 1,5% em comparação com a safra de 2017. A área plantada, de 986,6 mil hectares, deve crescer 6,3%, mas com rendimento médio de 3 827 kg/ha, uma queda de 7,3%.

Para o arroz, a primeira estimativa para a safra nacional de 2018 é de uma produção de 11,5 milhões de toneladas e rendimento médio de 5 822 kg/ha, o equivalente a reduções de 6,8% e 4,6%, respectivamente. A área a ser plantada é 2,6% menor.

No caso do feijão, a previsão é de 3,4 milhões de toneladas produzidas, aumento de 1,3% em relação à safra colhida em 2017. A primeira safra deve render 1,6 milhão de toneladas; a segunda safra, 1,3 milhão de toneladas; e a terceira safra, 520 mil toneladas.

A área a ser plantada na safra de verão de feijão é de 1,8 milhão de hectares, 2,6% menor que a de 2017. Já na área a ser colhida, estima-se uma redução de 0,4%. O rendimento médio deve apresentar um crescimento de 0,4%.

 

Fonte: Isto é (09/11/2017)

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