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Os futuros do cobre operam perto da estabilidade e sem direção única à espera de eventos e indicadores relevantes da semana.

Por volta das 9h45 (de Brasília), o cobre para entrega em três meses negociado na London Metal Exchange (LME) tinha alta marginal de 0,04%, a US$ 7.121,00 por tonelada, após cair na semana passada.

Já o cobre para março da Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), mostrava ligeiro recuo de 0,05%, a US$ 3,2280 por onça-troy, às 10h20 (de Brasília).

O índice DXY do dólar opera em alta nos negócios da manhã, tendendo a pressionar o cobre, que se torna mais caro para investidores que utilizam outras moedas.

Além disso, investidores aguardam discursos de três dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) nesta segunda-feira e os últimos dados chineses de inflação, que serão divulgados no fim da noite de amanhã. A China é o maior consumidor mundial de metais básicos.

Entre outros metais na LME, não havia tendência única: o zinco subia 0,3% no horário indicado acima, a US$ 3.362,00 por tonelada, maior nível em dez anos e meio; enquanto o alumínio recuava 0,39%, a US$ 2.197,00 por tonelada; o estanho avançava 0,05%, a US$ 19.940,00 por tonelada; o níquel caía 0,08%, a US$ 12.535,00 por tonelada; e o chumbo aumentava 0,35%, a US$ 2.564,00 por tonelada.

O zinco, particularmente, é sustentado por uma forte queda nos estoques de armazéns de New Orleans (EUA).

 

Fonte: Isto É (08/01/2018)

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