Consumo de calcário agrícola deve crescer 8% no ano que vem

6 de dezembro de 2018
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Cerca de 200 profissionais discutiram em Porto Alegre (RS) os efeitos da aplicação de calcário na agricultura.

No Brasil, o consumo do corretivo de acidez do solo está na faixa de 39 milhões de toneladas, devendo crescer até 8% em 2019.

Dirigentes das entidades do setor apontam que os principais efeitos do uso deste corretivo serão nos resultados dos produtores rurais. Os avanços viriam com o ganho de produtividade sem necessidade de ampliar a área plantada e a redução nos custos dos insumos.

Os profissionais participaram do Encontro Nacional dos Produtores de Calcário Agrícola (Enacal), que ocorreu nos dias 22 e 23 de novembro, no Hotel Deville. A organização coube à Associação Brasileira dos Produtores de Calcário Agrícola (Abracal) e ao sindicato de produtores do Rio Grande do Sul, o Sindicalc/RS.

O presidente da Abracal, Oscar Alberto Raabe, avalia que os números foram os melhores desde a criação da entidade, porém ainda abaixo do que é necessário para que a agricultura brasileira atenda os mercados nacional e internacional. Ele espera do governo, dentro do agronegócio, a correção de solo como um dos focos – a maior parte das terras brasileiras é ácida.

Para o presidente do Sindicalc/RS, Roberto Zamberlan, a troca de conhecimentos foi a principal contribuição do Enacal. Zamberlan avalia que as informações impactarão não apenas os produtores de calcário, mas trouxeram dados que interessam aos agricultores.

Fonte: Exame (04/12/2018)


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