Impasse no frete também afeta distribuição de fertilizantes no RS

7 de junho de 2018
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Com mercado de grãos parado, transporte de adubos fica comprometido, segundo a indústria, só 20% do volume diário está sendo escoado.

A paralisação do mercado de grãos em razão da tabela de preços mínimos do frete afeta também a distribuição de fertilizantes no Estado. Segundo a indústria, só 20% do volume diário está sendo escoado. É que normalmente os caminhões que levam grãos ao porto voltam ao Interior carregados com o produto.

Como a soja não está chegando em Rio Grande, falta veículo para retornar com adubo”, explica João Mário Darós, presidente do Sindicato da Indústria de Adubos do Rio Grande do Sul (Siargs).

A movimentação de fertilizantes em junho costuma representar cerca de 15% do volume total do ano no Rio Grande do Sul. É neste mês que se intensifica o plantio de trigo, que exige adubação.

Cerealistas e cooperativas mantêm pressão para que os valores sejam revistos. Enquanto isso não ocorre, seguem com carregamentos suspensos, com o produto tendo de ficar armazenado (foto).

Continua tudo parado”, lamenta Vicente Barbiero, presidente da Associação de Empresas Cerealistas do RS (Acergs).

A tabela com preço mínimo de fretes foi negociada durante a greve de caminhoneiros e elevou os valores — o aumento pode passar de 50%. Se implementados de fato os preços estipulados, o produtor pode ter perda de até R$ 4 no valor da saca de soja segundo estimativa da Acergs.

Fonte: Gauchazh (06/06/2018)


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